Abertura Fenearte PE

Diretor-geral do Idene, Nilson Borges; subsecretário da Sede, Fernando Passalio; governador de Pernambuco, Paulo Câmara e a primeira-dama Ana Luiza Câmara

 

A abertura oficial da maior feira de artesanato da América Latina ocorreu nessa quarta-feira (3), mas o evento se estende até 14 de julho, com a expectativa de movimentar R$43 milhões, no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda. O governo mineiro esteve representado pelo subsecretário de Desenvolvimento Regional da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sede), Fernando Passalio, e pelo diretor-geral do Instituto de Desenvolvimento do Norte e Nordeste de Minas Gerais (Idene), Nilson Borges.

A participação de Minas Gerais se dá em três estandes diferentes da Fenearte, em razão das parcerias construídas pela Diretoria de Desenvolvimento e Promoção do Artesanato da Sede. São 40 artesãos mineiros fisicamente presentes no evento, entretanto, eles comercializam os produtos de pelo menos 300.

Um dos espaços foi financiado pela Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemge) para exposição e comercialização dos trabalhos de 80 artesãos. A operacionalização desse estande é do Centro de Artesanato Mineiro (Ceart MG). Outro estande foi cedido a Minas, por meio do Programa de Artesanato Brasileiro (PAB), ligado ao Ministério da Economia para abrigar peças de 100 artesãos. E com o Sebrae MG, a Sede conta com o terceiro espaço destinado à comercialização de peças de 150 artesãos.

A área total ocupada na 20ª Fenearte é de 30 mil metros quadrados, com 800 espaços de exposição para atender os interessados durante os 11 dias. São 5 mil expositores oriundos dos quatro cantos do Brasil e de mais 20 países nessa edição. A média diária de funcionamento é de 12 horas e o público esperado é superior a 300 mil pessoas, que veem na feira uma vitrine com criações que surpreendem pela originalidade e por trazer a identidade de cada lugar em suas peças.

Expectativa de vendas

Abertura Fenearte3

 

Para o subsecretário da Sede, Fernando Passalio, a expectativa é de que essa participação de Minas Gerais gere negócios em torno de R$600 mil, um recorde em relação aos anos anteriores. “Que o artesanato mineiro possa continuar com a força empreendedora que ele tem para resultar em bons negócios nas diversas regiões, ativando a economia local e fazendo bonito em todo o país”, ressaltou Passalio.

De acordo com o diretor-geral do Idene, responsável pela parceria com a Sede na logística das peças, o artesanato é fundamental na economia de algumas regiões mineiras. “A nossa missão é desenvolvimento do norte e nordeste de Minas e o artesanato é uma fonte significativa de emprego e renda, razão pela qual é importante fomentar e apoiar”, afirma Nilson Borges.

O artesanato mineiro presente na 20ª Fenearte saiu dos seguintes municípios: Antônio Carlos, Arinos, Belo Horizonte, Bonfinópolis de Minas, Buritis, Carangola, Chapada do Norte, Chapada Gaúcha, Coronel Fabriciano, Divinópolis, Lagoa Santa, Mariana, Minas Novas, Natalândia, Ponto dos Volantes, Ouro Preto, Prados, Riachinho, Sabará, Turmalina, Uruana de Minas, Urucuia, Taiobeiras e Varginha.

Atrações à parte

Além do artesanato com matérias-primas diversas, Minas Gerais está presente no Espaço Interferência Janete Costa, onde mestres do Brasil se dedicam a unir o design e o artesanato como técnicas correlatas de decoração. Dois mineiros foram selecionados pelos curadores do projeto. São eles: Wagner Trindade “Waguinho” do atelier Arte e Luz (Tiradentes), onde produz objetos de madeira, ferro e vidro para decoração; Higino de Almeida é um artista popular de renome e tem a escultura em madeira como sua principal atividade.

 

Mais informações: Assessoria de Imprensa do Idene (31)3915-5232